A procura por Esquadrias de PVC de qualidade continua a crescer apesar da crise financeira atual.
A SQUADRAPVC - empresa focada no segmento de alto padrão do sistema alemão VEKA -, por exemplo, observou um aumento de 20% na procura por seus produtos e serviços em janeiro de 2009.
Apesar dos grandes empreendimentos terem sentido mais rapidamente o efeito da redução de crédito, as obras residênciais de alto padrão permanecem em franca atividade dada sua maior independência financeira. Assim, a procura por materiais premium segue pouco alterada
Esquadrias: A Compra Mais Importante Da Obra?
A nosso ver, as esquadrias são a compra mais importante por 2 simples motivos:
Uso Intenso
São os itens da casa com os quais você e sua família interagirão com a maior frequência. Todo santo dia você abrirá e fechará portas e janelas em sua casa. Se as Esquadrias apresentarem algum problema, você sentirá o incômodo todos os dias.
Proteção e Segurança
Desempenham o papel fundamental de "fechamento" da sua casa. Elas protegem você e sua família da água, do pó, da poluição e de invasores indesejados (de pernilongos a ladrões). Se as Esquadrias apresentarem algum problema, o prejuízo pode ser grande. Infiltrações destroem seus pisos, móveis, aparelhos eletrônicos, peças de arte, etc; ruídos externos e pernilongos prejudicam o seu sono; o mal funcionamento de travas facilita a ocorrência de furtos e roubos; problemas de vedação permitem a entrada e sujeira, poluição e vento frio que prejudicam a saúde de sua família; e assim por diante.
Não é por acaso que as Esquadrias são as maiores fontes de reclamação no pós-obra. No caso de Esquadrias, o antigo ditado de sabedoria popular “O barato sai caro” não poderia ser mais verdade. Invista em qualidade agora e evite maiores prejuízos e dor de cabeça lá na frente.
A nosso ver, as esquadrias são a compra mais importante por 2 simples motivos:
Uso Intenso
São os itens da casa com os quais você e sua família interagirão com a maior frequência. Todo santo dia você abrirá e fechará portas e janelas em sua casa. Se as Esquadrias apresentarem algum problema, você sentirá o incômodo todos os dias.
Proteção e Segurança
Desempenham o papel fundamental de "fechamento" da sua casa. Elas protegem você e sua família da água, do pó, da poluição e de invasores indesejados (de pernilongos a ladrões). Se as Esquadrias apresentarem algum problema, o prejuízo pode ser grande. Infiltrações destroem seus pisos, móveis, aparelhos eletrônicos, peças de arte, etc; ruídos externos e pernilongos prejudicam o seu sono; o mal funcionamento de travas facilita a ocorrência de furtos e roubos; problemas de vedação permitem a entrada e sujeira, poluição e vento frio que prejudicam a saúde de sua família; e assim por diante.
Não é por acaso que as Esquadrias são as maiores fontes de reclamação no pós-obra. No caso de Esquadrias, o antigo ditado de sabedoria popular “O barato sai caro” não poderia ser mais verdade. Invista em qualidade agora e evite maiores prejuízos e dor de cabeça lá na frente.
Dicas Para Se Comprar Esquadrias De UPVC De Qualidade
Dica #1:
Verifique qual empresa produz o perfil de UPVC (o perfil é a barra de UPVC com a qual se fabrica a esquadria - trata-se do componente mais importante). Dê preferência a fabricantes com tradição - os alemães, que inventaram a tecnologia, por exemplo, podem ser uma boa opção - que já tenham seus produtos expostos a condições reais de sol e chuva por ao menos 10 anos. Afinal, se o fabricante produz perfis a menos de 10 anos, como ele pode oferecer uma garantia de 10 anos em seu produto?
Dica #2:
Opte por perfis fabricados no Brasil. Isso evitará atrasos em sua obra causados por entraves alfandegários/portuários e garantirá a disponibilidade de peças para reposição e assitência técnica no futuro. Além disso, a chance do fornecedor de perfil abandonar o mercado é menor quando ele tem milhões de reais investidos em uma fábrica em solo brasileiro. O importador puro pode simplesmente parar de importar e ir embora.
Dica #3:
Certifique-se de que a esquadria de UPVC foi testada e aprovada em laboratórios brasileiros de reputação ilibada (ex. IPT, ITEC, etc). É muito importante que as esquadrias estejam de acordo com as das Normas Brasileiras (ex. resistência à pressão de ventos e à agua) para evitar o mal funcionamento, acidentes, e consequências judiciais.
Dica #1:
Verifique qual empresa produz o perfil de UPVC (o perfil é a barra de UPVC com a qual se fabrica a esquadria - trata-se do componente mais importante). Dê preferência a fabricantes com tradição - os alemães, que inventaram a tecnologia, por exemplo, podem ser uma boa opção - que já tenham seus produtos expostos a condições reais de sol e chuva por ao menos 10 anos. Afinal, se o fabricante produz perfis a menos de 10 anos, como ele pode oferecer uma garantia de 10 anos em seu produto?
Dica #2:
Opte por perfis fabricados no Brasil. Isso evitará atrasos em sua obra causados por entraves alfandegários/portuários e garantirá a disponibilidade de peças para reposição e assitência técnica no futuro. Além disso, a chance do fornecedor de perfil abandonar o mercado é menor quando ele tem milhões de reais investidos em uma fábrica em solo brasileiro. O importador puro pode simplesmente parar de importar e ir embora.
Dica #3:
Certifique-se de que a esquadria de UPVC foi testada e aprovada em laboratórios brasileiros de reputação ilibada (ex. IPT, ITEC, etc). É muito importante que as esquadrias estejam de acordo com as das Normas Brasileiras (ex. resistência à pressão de ventos e à agua) para evitar o mal funcionamento, acidentes, e consequências judiciais.
sábado, 31 de janeiro de 2009
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Aplicações do PVC em construções hospitalares
Também presente no segmento hospitalar, o PVC atende às exigentes necessidades técnicas e sanitárias.
Se há tempos atrás o uso do PVC na construção era praticamente limitado aos tubos e conexões, hoje em dia as coisas mudaram. Antes escondido nas paredes, o PVC vem ocupando novos espaços de diversas formas: portas, janelas, esquadrias, divisórias, perfis, revestimentos, pisos, forros, papéis de parede, sidings, decks, lambris, entre outros materiais usados na construção e na decoração.
No Brasil, o material se tornou uma das melhores opções para projetos residenciais, comerciais e industriais. Os motivos são as vantagens que o PVC oferece em relação a outros materiais. Mais leves, duráveis, resistentes, fáceis de instalar, limpar e, em alguns casos, não necessitam de quase nenhuma manutenção. O PVC também possui um preço competitivo, fator que aliado as outras vantagens, colabora na escolha de arquitetos, engenheiros e projetistas.
Com esses aspectos favoráveis, o PVC chegou também ao ambiente hospitalar, segmento o qual fazem parte as clínicas médicas, salas de preparação de medicamentos, áreas de proteção, armazenagem, salas de fisioterapia, curativos, quartos, prontuários, enfermarias, corredores, salas de visita, além de clínicas de estéticas e odontológicas. Esses estabelecimentos estão classificados segundo a Portaria n° 930,1992 podendo ser áreas críticas, semi-críticas e não críticas.
Órgãos reguladores nacionais e internacionais aprovam projetos, procedimentos e, sobretudo, os materiais. Os fatores mais relevantes para essa aprovação são: segurança, atoxicidade, inocuidade, assepsia, longa vida útil, efeito antiderrapante e, sobretudo, custo-acessível. Os produtos em PVC preenchem todas essas características além de isolamento térmico e acústico, estabilidade térmica, alta produtividade e 100% de reciclabilidade.
Principais aplicações do PVC:
:: Pisos Vinílicos: Apresentados sob a forma de placas e mantas, os Pisos Vinílicos atendem às exigências técnicas graças a sua lavabilidade, assepsia, resistência, conforto térmico e acústico, não inflamabilidade, facilidade de instalação, variedade de padrões e cores, e resistência a alto tráfico. A lavabilidade do piso de PVC, por exemplo, assegura assepsia ao ambiente, adequando-se a corredores, quartos, salas de cirurgia, centros de medicamentos, salas de enfermarias, além de clínicas de repouso.
:: Esquadrias: Com beleza e acabamento diferenciado, quando instalado vidros duplos, as Esquadrias de PVC proporcionam um perfeito isolamento térmico e acústico. Esse conforto é fundamental, pois protege os pacientes contra efeitos sonoros e temperaturas desagradáveis dos ambientes externos.
:: Forros de PVC: Os forros de PVC, por sua vez, são indicados para áreas não-críticas e semicríticas de instalações internas de hospitais, conforme a classificação da Resolução RDC 50/2002 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os protetores de parede, corrimões, rodapés, eletrodutos, divisórias, recobrimento de fios e cabos elétricos são acessórios que proporcionam boa iluminação, beleza, segurança e conforto para os usuários e para o ambiente.
Fonte: Portal AECWeb.
Se há tempos atrás o uso do PVC na construção era praticamente limitado aos tubos e conexões, hoje em dia as coisas mudaram. Antes escondido nas paredes, o PVC vem ocupando novos espaços de diversas formas: portas, janelas, esquadrias, divisórias, perfis, revestimentos, pisos, forros, papéis de parede, sidings, decks, lambris, entre outros materiais usados na construção e na decoração.
No Brasil, o material se tornou uma das melhores opções para projetos residenciais, comerciais e industriais. Os motivos são as vantagens que o PVC oferece em relação a outros materiais. Mais leves, duráveis, resistentes, fáceis de instalar, limpar e, em alguns casos, não necessitam de quase nenhuma manutenção. O PVC também possui um preço competitivo, fator que aliado as outras vantagens, colabora na escolha de arquitetos, engenheiros e projetistas.
Com esses aspectos favoráveis, o PVC chegou também ao ambiente hospitalar, segmento o qual fazem parte as clínicas médicas, salas de preparação de medicamentos, áreas de proteção, armazenagem, salas de fisioterapia, curativos, quartos, prontuários, enfermarias, corredores, salas de visita, além de clínicas de estéticas e odontológicas. Esses estabelecimentos estão classificados segundo a Portaria n° 930,1992 podendo ser áreas críticas, semi-críticas e não críticas.
Órgãos reguladores nacionais e internacionais aprovam projetos, procedimentos e, sobretudo, os materiais. Os fatores mais relevantes para essa aprovação são: segurança, atoxicidade, inocuidade, assepsia, longa vida útil, efeito antiderrapante e, sobretudo, custo-acessível. Os produtos em PVC preenchem todas essas características além de isolamento térmico e acústico, estabilidade térmica, alta produtividade e 100% de reciclabilidade.
Principais aplicações do PVC:
:: Pisos Vinílicos: Apresentados sob a forma de placas e mantas, os Pisos Vinílicos atendem às exigências técnicas graças a sua lavabilidade, assepsia, resistência, conforto térmico e acústico, não inflamabilidade, facilidade de instalação, variedade de padrões e cores, e resistência a alto tráfico. A lavabilidade do piso de PVC, por exemplo, assegura assepsia ao ambiente, adequando-se a corredores, quartos, salas de cirurgia, centros de medicamentos, salas de enfermarias, além de clínicas de repouso.
:: Esquadrias: Com beleza e acabamento diferenciado, quando instalado vidros duplos, as Esquadrias de PVC proporcionam um perfeito isolamento térmico e acústico. Esse conforto é fundamental, pois protege os pacientes contra efeitos sonoros e temperaturas desagradáveis dos ambientes externos.
:: Forros de PVC: Os forros de PVC, por sua vez, são indicados para áreas não-críticas e semicríticas de instalações internas de hospitais, conforme a classificação da Resolução RDC 50/2002 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os protetores de parede, corrimões, rodapés, eletrodutos, divisórias, recobrimento de fios e cabos elétricos são acessórios que proporcionam boa iluminação, beleza, segurança e conforto para os usuários e para o ambiente.
Fonte: Portal AECWeb.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Alto desempenho
Desde que chegaram da Europa nos anos 1980 as esquadrias de PVC vêm evoluindo, tanto do ponto de vista técnico quanto de conquista de mercado. Embora ainda se restrinja a menos de 2% das construções nacionais, com concentração principalmente nas regiões Sul e Sudeste do País, hoje já há uma produção desse tipo de janela voltada às necessidades e às normas brasileiras em diversas tipologias e medidas que podem ser padronizadas ou forneci das sob encomenda. Segundo dados do Instituto do PVC, nos últimos anos esse segmento tem crescido no Brasil a taxas anuais de 10% a 12%. "Há uma evolução da dispersão da produção. Inicialmente somente grandes empresas detinham as condições para atuar nesse mercado e, agora, encontramos médias e até pequenas empresas envolvidas com a produção de perfis e montagem de janelas", diz o engenheiro Fúlvio Berçot, pesquisador do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo).
Associar esse movimento ascendente ao incremento da construção civil em busca de soluções mais eficientes e racionalizadas é inevitável, já que a janela de PVC aparece como alternativa industrializada - chega ao canteiro pronta para ser montada -, enquanto que as esquadrias metálicas e de madeira são mais flexíveis. Com isso, acelera-se a instalação e diminui-se o desperdício. Ao mesmo tempo, segundo Francisco de Assis Esmeraldo,
presidente do Instituto do PVC, o baixo peso desse material, 1,4 g/cm3 facilita seu manuseio e a logística na obra.
No entanto, de acordo com Vera Fernandes Hachich, gerente técnica de programas da qualidade da Tesis, muito do aumento do uso desse tipo de caixilho no Brasil se deve a características como a elevada estanqueidade, resultante do processo de fabricação, no qual os perfis são termossoldados em fábrica, dando origem a uma esquadria monobloco, sem emendas. "O fato de não ter material externo que atue como um gradiente térmico, como uma solda ou um prego, faz uma grande diferença em relação ao desempenho acústico e térmico da esquadria", explica a engenheira. "Isso pode parecer necessário apenas para aplicações mais sofisticadas, mas é preciso levar em conta que as exigências estão aumentando. As cidades estão cada vez mais ruidosas e as fachadas precisam impedir que esse barulho atinja o morador", comenta.
Em composição com um vidro simples de 2,8 mm de espessura, o índice de absorção sonora das esquadrias de PVC pode atingir 25 dB, segundo dados do IPT. Já quando utilizado com vidros duplos de 2,5 mm, separados por um vão de 50 mm, o índice de absorção com o sistema de caixilharia chega a 46 dB. "Como a absorção acústica geralmente está associada ao isolamento térmico, essas janelas também apresentam bom desempenho com relação à transmissão de calor. Esse foi, aliás, o principal motivo que fez com que o produto conquistasse tanto espaço nos países frios do Hemisfério Norte", comenta Vera Hachich. Na Europa, 41% do mercado de esquadrias é tomado pelo PVC, à frente da madeira e do alumínio. "Em aplicações como hospitais ou hotéis, onde a dependência de condicionamento de ar é grande, a estanqueidade ao ar pode trazer ganhos no consumo de energia", acrescenta. Com o uso de vidros planos duplos incolores de 6 mm, em locais sem sombreamento, por exemplo, pode-se atingir um coeficiente global de transmissão de calor de 3,3 W/m2 °C.
Durabilidade
A correta especificação de um sistema de caixilharia, entretanto, passa por muitos mais itens, além do conforto termoacústico. Os caixilhos precisam resistir à exposição às intempéries e aos esforços gerados com o uso, nas operações de manuseio do caixilho. Também devem se manter íntegros em temperaturas que vão de -10°C até 76°C, conforme a NBR 10821. "Outras características como o bom comportamento diante da maresia e o fato de não propagar chama devem ser levadas em conta" comenta Esmeraldo.
Além disso, uma janela não deve apresentar problemas de funcionamento ou estanqueidade, nem sofrer deformações quando submetida a cargas de vento. Para isso, a mesma norma técnica fornece para quatro classes de edifícios, definidas por suas alturas e usos, as diferentes pressões de vento nas diversas regiões do País. Por causa da carga de vento, que chega a ser quatro vezes maior no Sul, uma mesma planta pode demandar estruturas diferentes de caixilharia em Manaus e Foz do Iguaçu, por exemplo. Além disso, quanto mais alta for a posição em relação ao solo, maior será a carga de vento incidente sobre essa janela. Daí a recomendação da NBR 10821 de existir um selo na embalagem do produto, indicando a região geográfica a que se destina a janela, bem como indicação do tipo de construção (térrea, sobrado, edifícios de até cinco pavimentos acima de cinco pavimentos) e seu desempenho básico nessas situações. Por conta dessas necessidades diferentes
diferentes a indústria oferece normalmente pelo menos dois sistemas, um com perfis mais robustos e outro com perfis mais leves", diz Vera Hachich. A escolha de guarnições componentes de manobra, comando e travamento, além de braços e articulações, também deve acompanhar esses requisitos de elevada vida útil.
Segundo Fúlvio Berçot, pesquisador do IPT, assim como em qualquer janela produzida também com outros materiais, o ponto mais crítico em alguns projetos em PVC é a ausência de estanqueidade à água e a excessiva permeabilidade ao ar. Como aliado, o especificador conta com Programas Setoriais da Qualidade vinculados ao Ministério das Cidades (PBQP-Habitat, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) e aos governos estaduais, como o Qualihab da CDHU/SP (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Governo do Estado de São Paulo), que realizam ensaios por amostragem e divulgam os dados, gratuitamente, por seus websites.
Mesmo assim, é importante que se atente para a adequação do pro duto às normas técnicas. Uma instalação correta também é fundamental, uma vez que a presença de folgas ou frestas entre o caixilho e a parede compromete sobremaneira o desempenho. As esquadrias de PVC podem ser instaladas por meio de ancoragem direta na alvenaria com a utilização de grapas, fixação direta nos vãos acabados, com parafusos e buchas e, ainda, com contramarcos instalados por meio de grapas ou parafusos, anteriormente aos caixilhos. "Em casos extremos e de instalação parafusada ao vão, deve-se prever o emprego de cordão de selante à base de silicone estrutural na interface com alvenarias. Mas não se recomenda empregar silicone de cura acética nessa interface", alerta o pesquisador do IPT.
A adoção de manutenção adequada, de acordo com as especificações do fabricante, também é importante para garantia da vida útil da esquadria, que segundo o Instituto do PVC tem duração mínima de 20 anos, chegando a mais de 40 anos em grande parte das aplicações. Embora exija manutenção simples - as esquadrias de PVC dispensam pintura periódica, basta limpeza com água e sabão neutro - "a maior parte das patologias ligadas ao PVC advém da manutenção inadequada do produto, em função da ausência de cultura ou inobservância das instruções do fabricante ou ainda, da inexistência das mesmas", comenta Fúlvio Berçot. Nesse sentido, os problemas mais relacionados com o produto são manchas por produtos químicos, abrasão e riscos por esponjas e produtos de limpeza, abrasão por areia e argamassa advindas da falta de cuidados na instalação e problemas relacionados com exposição a solventes.
Outros problemas, como a de gradação dos perfis por raios ultravioleta, que os tornava frágeis e quebradiços, foram registrados nas primeiras aplicações desse sistema no Brasil, mas já foram resolvidos, conforme Berçot, com o desenvolvimento de novas formulações de PVC, resistentes ao clima tropical. "Isso mostra que adaptar essas esquadrias para o mercado brasileiro não significa, obrigatoriamente, reduzir a qualidade", diz Vera Hachich. "Em comparação com a Europa, aqui temos menores exigências estruturais e o sistema de caixilharia pode ser mais leve. Entretanto, o nosso clima requer uma formulação de PVC mais sofisticada, com o emprego de aditivos e estabilizantes específicos para isso", conclui.
Fonte: Téchne, Nº 111.
Associar esse movimento ascendente ao incremento da construção civil em busca de soluções mais eficientes e racionalizadas é inevitável, já que a janela de PVC aparece como alternativa industrializada - chega ao canteiro pronta para ser montada -, enquanto que as esquadrias metálicas e de madeira são mais flexíveis. Com isso, acelera-se a instalação e diminui-se o desperdício. Ao mesmo tempo, segundo Francisco de Assis Esmeraldo,
presidente do Instituto do PVC, o baixo peso desse material, 1,4 g/cm3 facilita seu manuseio e a logística na obra.
No entanto, de acordo com Vera Fernandes Hachich, gerente técnica de programas da qualidade da Tesis, muito do aumento do uso desse tipo de caixilho no Brasil se deve a características como a elevada estanqueidade, resultante do processo de fabricação, no qual os perfis são termossoldados em fábrica, dando origem a uma esquadria monobloco, sem emendas. "O fato de não ter material externo que atue como um gradiente térmico, como uma solda ou um prego, faz uma grande diferença em relação ao desempenho acústico e térmico da esquadria", explica a engenheira. "Isso pode parecer necessário apenas para aplicações mais sofisticadas, mas é preciso levar em conta que as exigências estão aumentando. As cidades estão cada vez mais ruidosas e as fachadas precisam impedir que esse barulho atinja o morador", comenta.
Em composição com um vidro simples de 2,8 mm de espessura, o índice de absorção sonora das esquadrias de PVC pode atingir 25 dB, segundo dados do IPT. Já quando utilizado com vidros duplos de 2,5 mm, separados por um vão de 50 mm, o índice de absorção com o sistema de caixilharia chega a 46 dB. "Como a absorção acústica geralmente está associada ao isolamento térmico, essas janelas também apresentam bom desempenho com relação à transmissão de calor. Esse foi, aliás, o principal motivo que fez com que o produto conquistasse tanto espaço nos países frios do Hemisfério Norte", comenta Vera Hachich. Na Europa, 41% do mercado de esquadrias é tomado pelo PVC, à frente da madeira e do alumínio. "Em aplicações como hospitais ou hotéis, onde a dependência de condicionamento de ar é grande, a estanqueidade ao ar pode trazer ganhos no consumo de energia", acrescenta. Com o uso de vidros planos duplos incolores de 6 mm, em locais sem sombreamento, por exemplo, pode-se atingir um coeficiente global de transmissão de calor de 3,3 W/m2 °C.
Durabilidade
A correta especificação de um sistema de caixilharia, entretanto, passa por muitos mais itens, além do conforto termoacústico. Os caixilhos precisam resistir à exposição às intempéries e aos esforços gerados com o uso, nas operações de manuseio do caixilho. Também devem se manter íntegros em temperaturas que vão de -10°C até 76°C, conforme a NBR 10821. "Outras características como o bom comportamento diante da maresia e o fato de não propagar chama devem ser levadas em conta" comenta Esmeraldo.
Além disso, uma janela não deve apresentar problemas de funcionamento ou estanqueidade, nem sofrer deformações quando submetida a cargas de vento. Para isso, a mesma norma técnica fornece para quatro classes de edifícios, definidas por suas alturas e usos, as diferentes pressões de vento nas diversas regiões do País. Por causa da carga de vento, que chega a ser quatro vezes maior no Sul, uma mesma planta pode demandar estruturas diferentes de caixilharia em Manaus e Foz do Iguaçu, por exemplo. Além disso, quanto mais alta for a posição em relação ao solo, maior será a carga de vento incidente sobre essa janela. Daí a recomendação da NBR 10821 de existir um selo na embalagem do produto, indicando a região geográfica a que se destina a janela, bem como indicação do tipo de construção (térrea, sobrado, edifícios de até cinco pavimentos acima de cinco pavimentos) e seu desempenho básico nessas situações. Por conta dessas necessidades diferentes
diferentes a indústria oferece normalmente pelo menos dois sistemas, um com perfis mais robustos e outro com perfis mais leves", diz Vera Hachich. A escolha de guarnições componentes de manobra, comando e travamento, além de braços e articulações, também deve acompanhar esses requisitos de elevada vida útil.
Segundo Fúlvio Berçot, pesquisador do IPT, assim como em qualquer janela produzida também com outros materiais, o ponto mais crítico em alguns projetos em PVC é a ausência de estanqueidade à água e a excessiva permeabilidade ao ar. Como aliado, o especificador conta com Programas Setoriais da Qualidade vinculados ao Ministério das Cidades (PBQP-Habitat, Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) e aos governos estaduais, como o Qualihab da CDHU/SP (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Governo do Estado de São Paulo), que realizam ensaios por amostragem e divulgam os dados, gratuitamente, por seus websites.
Mesmo assim, é importante que se atente para a adequação do pro duto às normas técnicas. Uma instalação correta também é fundamental, uma vez que a presença de folgas ou frestas entre o caixilho e a parede compromete sobremaneira o desempenho. As esquadrias de PVC podem ser instaladas por meio de ancoragem direta na alvenaria com a utilização de grapas, fixação direta nos vãos acabados, com parafusos e buchas e, ainda, com contramarcos instalados por meio de grapas ou parafusos, anteriormente aos caixilhos. "Em casos extremos e de instalação parafusada ao vão, deve-se prever o emprego de cordão de selante à base de silicone estrutural na interface com alvenarias. Mas não se recomenda empregar silicone de cura acética nessa interface", alerta o pesquisador do IPT.
A adoção de manutenção adequada, de acordo com as especificações do fabricante, também é importante para garantia da vida útil da esquadria, que segundo o Instituto do PVC tem duração mínima de 20 anos, chegando a mais de 40 anos em grande parte das aplicações. Embora exija manutenção simples - as esquadrias de PVC dispensam pintura periódica, basta limpeza com água e sabão neutro - "a maior parte das patologias ligadas ao PVC advém da manutenção inadequada do produto, em função da ausência de cultura ou inobservância das instruções do fabricante ou ainda, da inexistência das mesmas", comenta Fúlvio Berçot. Nesse sentido, os problemas mais relacionados com o produto são manchas por produtos químicos, abrasão e riscos por esponjas e produtos de limpeza, abrasão por areia e argamassa advindas da falta de cuidados na instalação e problemas relacionados com exposição a solventes.
Outros problemas, como a de gradação dos perfis por raios ultravioleta, que os tornava frágeis e quebradiços, foram registrados nas primeiras aplicações desse sistema no Brasil, mas já foram resolvidos, conforme Berçot, com o desenvolvimento de novas formulações de PVC, resistentes ao clima tropical. "Isso mostra que adaptar essas esquadrias para o mercado brasileiro não significa, obrigatoriamente, reduzir a qualidade", diz Vera Hachich. "Em comparação com a Europa, aqui temos menores exigências estruturais e o sistema de caixilharia pode ser mais leve. Entretanto, o nosso clima requer uma formulação de PVC mais sofisticada, com o emprego de aditivos e estabilizantes específicos para isso", conclui.
Fonte: Téchne, Nº 111.
sábado, 13 de setembro de 2008
AMBIENTES PROTEGIDOS DO CALOR E DOS RUÍDOS
Estanqueidade, isolamento térmico e acústico, e facilidade de limpeza e manutenção são solicitações plenamente atendidas pelas esquadrias de PVC.
Estanqueidade à água e permeabilidade ao ar.
Para o estabelecimento do critério relativo à estanqueidade à água, deve-se considerar uma condição climática crítica, representada pela ação simultânea da chuva e do vento. Tal fato se justifica porque a penetração de água no interior do edifício ocorre sobretudo pela ação do vento, fluindo através de frestas ou juntas mal vedadas ou que se abrem quando há deformação de seus perfis, em razão da pressão exercida pelo vento.
A avaliação da permeabilidade ao ar é importante em regiões de clima frio e em edificações em que se utiliza condicionamento artificial do ar. A permeabilidade ao ar, o desempenho acústico das janelas e a estanqueidade à água são, no caso das janelas de PVC, atributos muito favorecidos pela construção do produto. Na janela de PVC, a estanqueidade é dada pelos cantos termossoldados em fábrica. As extremidades dos perfis de PVC são aquecidas e unidas, resultando em uma peça única, monobloco.
Fonte: Braskem, Revista Esquadrias de PVC 2
Estanqueidade à água e permeabilidade ao ar.
Para o estabelecimento do critério relativo à estanqueidade à água, deve-se considerar uma condição climática crítica, representada pela ação simultânea da chuva e do vento. Tal fato se justifica porque a penetração de água no interior do edifício ocorre sobretudo pela ação do vento, fluindo através de frestas ou juntas mal vedadas ou que se abrem quando há deformação de seus perfis, em razão da pressão exercida pelo vento.
A avaliação da permeabilidade ao ar é importante em regiões de clima frio e em edificações em que se utiliza condicionamento artificial do ar. A permeabilidade ao ar, o desempenho acústico das janelas e a estanqueidade à água são, no caso das janelas de PVC, atributos muito favorecidos pela construção do produto. Na janela de PVC, a estanqueidade é dada pelos cantos termossoldados em fábrica. As extremidades dos perfis de PVC são aquecidas e unidas, resultando em uma peça única, monobloco.
Fonte: Braskem, Revista Esquadrias de PVC 2
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
ITEC Aprova Esquadrias De PVC Da Veka
O ITEC, Instituto Técnologico Da Construção Civil, aprovou hoje, em testes de pressão e água, a nova linha para edifícios Skyline da empresa Veka.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
ALMA DE AÇO DETERMINA RESISTÊNCIA
Relacionar a espessura com a resistência ou a qualidade dos perfis é um equívoco, em se tratando de esquadrias de PVC. Isso porque o material que proporciona a rigidez dos componentes - o reforço de aço responsável por quase todo o momento de inércia do perfil - não se mostra à simples observação.
O fato de as esquadrias historicamente serem fabricadas com materiais homogêneos - madeira, ferro ou alumínio - levou o mercado a classificá-las pela dimensão que, em certa medida, indica
o seu comportamento mecânico, quando submetidas à pressão de vento e outros esforços perpendiculares às folhas dos caixilhos. Assim, quando hoje um profissional do mercado se refere a uma esquadria de alumínio de “linha 16” ou “linha 25”, ele está, simplificadamente, fazendo menção à sua resistência mecânica, uma vez que a “linha” corresponde à largura do perfil (entendida como tal a dimensão perpendicular ao plano da folha), que guarda alguma relação com o momento de inércia da peça, embora essa dimensão não seja a única característica determinante da resistência do componente às suas solicitações mais importantes.
Se, nas esquadrias de alumínio, a menção à altura do perfil é apenas uma razoável indicação da sua resistência, no caso das esquadrias de PVC pode-se dizer que essa altura nada diz sobre as respostas das esquadrias aos esforços que a solicitam. Isso ocorre pelo simples fato de que agora não se está falando de um componente homogêneo. Assim como não basta saber da altura da viga de concreto armado para saber de sua resistência à flexão, uma vez que o aço tem
grande influência no momento de inércia da barra de concreto, não basta a referência à altura do perfil de PVC, pois o reforço de aço é responsável por quase todo o momento de inércia do perfil.
A necessidade de o mercado dispor de uma classificação, uma nomenclatura, para fazer referência à qualidade de suas esquadrias leva o fabricante de perfis de PVC, por vezes, a relacioná-la à esquadria de alumínio equivalente, isto é, composta de perfis de altura maior, já que a resistência do reforço de aço é muito superior à do alumínio. Porém, isso não corrige o
vício do mercado de relacionar espessura com resistência e com qualidade, imprecisão essa que, no caso do PVC, é agravada pelo fato de que o material que proporciona a rigidez dos componentes não se mostra à simples observação.
Dentro de uma câmara de perfil de PVC podem ser utilizados reforços de aço de momentos de inércia muito distintos, sem que isso seja percebido pelo observador. O perfil de reforço pode ter as mesmas dimensões externas, mas espessura maior, ou ter formato tubular. A espessura de um reforço de aço pode variar de cerca de 1,5 mm até 3,5 mm e a sua escolha não se dá
apenas pelo momento de inércia desejado. O aparafusamento das dobradiças, por exemplo,
transfere grandes esforços de cisalhamento concentrados à folha, que não podem ser absorvidos
pelo perfil de PVC. Assim, a espessura do reforço tem de ser suficiente para absorver esses esforços, mas não pode ser excessiva de modo a dificultar a furação a ser executada no momento da montagem.
Além de a referência à “linha” não se prestar a descrever a resistência dos perfis de PVC, cabe lembrar que a resistência à flexão não é o único parâmetro importante para aferir a qualidade das esquadrias. Características como o bom funcionamento das partes móveis, estanqueidade ao vento e à água, vedação de ruídos e luz, e respostas mecânicas satisfatórias a outros esforços que não os de flexão, dependem em grande medida da qualidade de vários dos componentes das esquadrias e não se relacionam apenas com o momento de inércia dos perfis.
Fonte: Braskem, Revista Esquadrias de PVC2
O fato de as esquadrias historicamente serem fabricadas com materiais homogêneos - madeira, ferro ou alumínio - levou o mercado a classificá-las pela dimensão que, em certa medida, indica
o seu comportamento mecânico, quando submetidas à pressão de vento e outros esforços perpendiculares às folhas dos caixilhos. Assim, quando hoje um profissional do mercado se refere a uma esquadria de alumínio de “linha 16” ou “linha 25”, ele está, simplificadamente, fazendo menção à sua resistência mecânica, uma vez que a “linha” corresponde à largura do perfil (entendida como tal a dimensão perpendicular ao plano da folha), que guarda alguma relação com o momento de inércia da peça, embora essa dimensão não seja a única característica determinante da resistência do componente às suas solicitações mais importantes.
Se, nas esquadrias de alumínio, a menção à altura do perfil é apenas uma razoável indicação da sua resistência, no caso das esquadrias de PVC pode-se dizer que essa altura nada diz sobre as respostas das esquadrias aos esforços que a solicitam. Isso ocorre pelo simples fato de que agora não se está falando de um componente homogêneo. Assim como não basta saber da altura da viga de concreto armado para saber de sua resistência à flexão, uma vez que o aço tem
grande influência no momento de inércia da barra de concreto, não basta a referência à altura do perfil de PVC, pois o reforço de aço é responsável por quase todo o momento de inércia do perfil.
A necessidade de o mercado dispor de uma classificação, uma nomenclatura, para fazer referência à qualidade de suas esquadrias leva o fabricante de perfis de PVC, por vezes, a relacioná-la à esquadria de alumínio equivalente, isto é, composta de perfis de altura maior, já que a resistência do reforço de aço é muito superior à do alumínio. Porém, isso não corrige o
vício do mercado de relacionar espessura com resistência e com qualidade, imprecisão essa que, no caso do PVC, é agravada pelo fato de que o material que proporciona a rigidez dos componentes não se mostra à simples observação.
Dentro de uma câmara de perfil de PVC podem ser utilizados reforços de aço de momentos de inércia muito distintos, sem que isso seja percebido pelo observador. O perfil de reforço pode ter as mesmas dimensões externas, mas espessura maior, ou ter formato tubular. A espessura de um reforço de aço pode variar de cerca de 1,5 mm até 3,5 mm e a sua escolha não se dá
apenas pelo momento de inércia desejado. O aparafusamento das dobradiças, por exemplo,
transfere grandes esforços de cisalhamento concentrados à folha, que não podem ser absorvidos
pelo perfil de PVC. Assim, a espessura do reforço tem de ser suficiente para absorver esses esforços, mas não pode ser excessiva de modo a dificultar a furação a ser executada no momento da montagem.
Além de a referência à “linha” não se prestar a descrever a resistência dos perfis de PVC, cabe lembrar que a resistência à flexão não é o único parâmetro importante para aferir a qualidade das esquadrias. Características como o bom funcionamento das partes móveis, estanqueidade ao vento e à água, vedação de ruídos e luz, e respostas mecânicas satisfatórias a outros esforços que não os de flexão, dependem em grande medida da qualidade de vários dos componentes das esquadrias e não se relacionam apenas com o momento de inércia dos perfis.
Fonte: Braskem, Revista Esquadrias de PVC2
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